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	<title>Muito Sério</title>
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	<description>Palpites, pitacos e opiniões sobre política nacional e internacional</description>
	<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 10:05:49 +0000</pubDate>
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		<title>O persa e o holocausto</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2009/06/08/o-persa-e-o-holocausto/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2009/06/08/o-persa-e-o-holocausto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 10:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<category><![CDATA[oriente médio]]></category>

		<category><![CDATA[politica internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: justify;">Estava nosso grande Primeiro-Presidente-Negro-dos-Estados-Unidos<br />
a passear pelos ares do velho mundo quando decidiu dar uma passadinha<br />
em um certo cercadinho que um certo ser de bigodinho esquisito e<br />
intensões genocidas fez há um tempo atrás.<br />
<br />
Bem, acontece que aquele cercadinho é carregado de más intensões e<br />
cheio de mortes nas costas. Assim, depois de visitá-lo o intrépido<br />
viajante lembrou-se de certo sujeito que se acha o<br />
Xá-da-Persia-Eleito-pelo-Povo e de que ele, o xá eleito, havia dito<br />
certo tempo atrás que não acreditava no tal do Holocausto, é sim,<br />
o sujeito disse que outro sujeito de bigodinho esquisito não tinha matado<br />
milhões de pessoas, que aquilo nunca existiu, o que é mais estranho<br />
que dizer que não acredita em carros, por exemplo, mas tudo bem,<br />
cada um diz o que quer.<br />
<br />
O que sucedeu foi que o Primeiro-Presidente-Negro-dos-Estados-Unidos<br />
chegou na TV e disse:<br />
<br />
- Senhor Xá-da-Persia-Eleito-pelo-Povo, o denhor diz nunca aconteceu<br />
holocausto legal. Eu quero ver é o senhor vir até aqui, dar um passeio, e<br />
dizer que isso AQUI nunca existiu. O senhor devia visitar um desses<br />
antes de sair falando besteira por ai.<br />
<br />
Claro que o Primeiro-Presidente-Negro-dos-Estados-Unidos com<br />
seu sorriso <em>supercool</em> não dizer isso exatamente desse jeito, mas fiz<br />
um favor para ele e disse o que queria dizer. Aliás, nesse dia, depois<br />
de ver o cercadinho horrível, ele não estava sorrindo.<br />
E quando disse isso também não.<br />
<br />
<br />
<br />
<em>Civilatatis est sanguinolentus</em><br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A política é sangrenta<br />
<br /></div>
<br /></div>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: justify;">Estava nosso grande Primeiro-Presidente-Negro-dos-Estados-Unidos<br />
a passear pelos ares do velho mundo quando decidiu dar uma passadinha<br />
em um certo cercadinho que um certo ser de bigodinho esquisito e<br />
intensões genocidas fez há um tempo atrás.</p>
<p>Bem, acontece que aquele cercadinho é carregado de más intensões e<br />
cheio de mortes nas costas. Assim, depois de visitá-lo o intrépido<br />
viajante lembrou-se de certo sujeito que se acha o<br />
Xá-da-Persia-Eleito-pelo-Povo e de que ele, o xá eleito, havia dito<br />
certo tempo atrás que não acreditava no tal do Holocausto, é sim,<br />
o sujeito disse que outro sujeito de bigodinho esquisito não tinha matado<br />
milhões de pessoas, que aquilo nunca existiu, o que é mais estranho<br />
que dizer que não acredita em carros, por exemplo, mas tudo bem,<br />
cada um diz o que quer.</p>
<p>O que sucedeu foi que o Primeiro-Presidente-Negro-dos-Estados-Unidos<br />
chegou na TV e disse:</p>
<p>- Senhor Xá-da-Persia-Eleito-pelo-Povo, o denhor diz nunca aconteceu<br />
holocausto legal. Eu quero ver é o senhor vir até aqui, dar um passeio, e<br />
dizer que isso AQUI nunca existiu. O senhor devia visitar um desses<br />
antes de sair falando besteira por ai.</p>
<p>Claro que o Primeiro-Presidente-Negro-dos-Estados-Unidos com<br />
seu sorriso <em>supercool</em> não dizer isso exatamente desse jeito, mas fiz<br />
um favor para ele e disse o que queria dizer. Aliás, nesse dia, depois<br />
de ver o cercadinho horrível, ele não estava sorrindo.<br />
E quando disse isso também não.</p>
<p><em>Civilatatis est sanguinolentus</em><br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A política é sangrenta</p>
</div>
<p></div>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>E na tradicional Farra-das-Passagens</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2009/04/29/e-na-tradicional-farra-das-passagens/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2009/04/29/e-na-tradicional-farra-das-passagens/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 08:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[E na tradicional Farra-das-Passagens, festa realizada todos os meses,<br />
no interior de Goiás, numa cidadezinha a 300 Km de Goiania.<br />
<br />
Alalaô ô ô ô ô ô ô..Alalaô ô ô ô ô ô ô...<br />
<br />
- O que vossa excelência pensa que está fazendo?<br />
<br />
- Acho que dando passagens a concunhada de uma amiga minha.<br />
<br />
- E vossa excelência o que pensa que está fazendo?<br />
<br />
- Estou indo a Londres, prefiro as chuvas de lá às de Brasília.<br />
Chegando um terceiro parlamentar os dois perguntam em uníssono:<br />
<br />
- Vossa excelência o que vai fazer de suas passagens?<br />
<br />
- Vou passar uma semana em Miami com a minha...amiga...é..amiga.<br />
Do qual um deles responde:<br />
<br />
- É, amiga, entendemos seu caso...<br />
<br />
Nisso, ouve-se o presidente da casa, casa-da-mãe-Joana, claro,<br />
levantar a voz em seu microfone:<br />
<br />
- Senhores deputados, não sei porque, mas todos os meus vizinhos<br />
estão me olhando diferente na rua, acho que é culpa da imprensa.<br />
Portanto, declaro hoje como quarta-feira-de-cinzas-da-farra-das-passagens.<br />
<br />
Revolta geral, um diz se por acaso teria de andar de jegue de<br />
agora por diante, outro diz que sua família está intimamente ligada ao<br />
seu mandato e isso não pode acontecer.<br />
<br />
E, Por causa da opinião pública, ( opinião de quem mesmo? A quem<br />
eles perguntam essas coisas? ) decide-se que a<br />
quarta-feira-de-cinzas-da-farra-das-passagens terá de ser votada numa<br />
terça-feira.<br />
<br />
De novo por causa de tal de opinião pública sei lá de quem eles decidem<br />
por realmente decretar aquela terça-feira como<br />
quarta-feira-de-cinzas-da-farra-das-passagens.<br />
<br />
Quando todos nós aqui de fora da brincadeira achamos que ela acabaria,<br />
alguém grita lá do fundo:<br />
<br />
- Senhor presidente! E se nós aumentarmos nossos próprios salários<br />
em meio a crise mundial só para compensar a perda de verbas das passagens<br />
aéreas que não deveríamos ter?<br />
<br />
O presidente da casa-da-mãe-Joana pensa um pouco e responde:<br />
<br />
- Boa idéia, alguém é contra?<br />
<br />
Silêncio total.<br />
<br />
- Não, então tá. Aumentemos nossos próprios salários em meio<br />
a crise mundial só para compensar a perda de verbas das passagens aéreas<br />
que nem que não deveríamos ter já que ninguém se pronunciou.<br />
<br />
E assim de deu o episódio da crise das passagens aéreas no congresso brasileiro.<br />
<br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: courier new,courier;"><font size="2"><em><strong>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</strong></em></font></span></span><br />
<br />
<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>E na tradicional Farra-das-Passagens, festa realizada todos os meses,<br />
no interior de Goiás, numa cidadezinha a 300 Km de Goiania.</p>
<p>Alalaô ô ô ô ô ô ô..Alalaô ô ô ô ô ô ô&#8230;</p>
<p>- O que vossa excelência pensa que está fazendo?</p>
<p>- Acho que dando passagens a concunhada de uma amiga minha.</p>
<p>- E vossa excelência o que pensa que está fazendo?</p>
<p>- Estou indo a Londres, prefiro as chuvas de lá às de Brasília.<br />
Chegando um terceiro parlamentar os dois perguntam em uníssono:</p>
<p>- Vossa excelência o que vai fazer de suas passagens?</p>
<p>- Vou passar uma semana em Miami com a minha&#8230;amiga&#8230;é..amiga.<br />
Do qual um deles responde:</p>
<p>- É, amiga, entendemos seu caso&#8230;</p>
<p>Nisso, ouve-se o presidente da casa, casa-da-mãe-Joana, claro,<br />
levantar a voz em seu microfone:</p>
<p>- Senhores deputados, não sei porque, mas todos os meus vizinhos<br />
estão me olhando diferente na rua, acho que é culpa da imprensa.<br />
Portanto, declaro hoje como quarta-feira-de-cinzas-da-farra-das-passagens.</p>
<p>Revolta geral, um diz se por acaso teria de andar de jegue de<br />
agora por diante, outro diz que sua família está intimamente ligada ao<br />
seu mandato e isso não pode acontecer.</p>
<p>E, Por causa da opinião pública, ( opinião de quem mesmo? A quem<br />
eles perguntam essas coisas? ) decide-se que a<br />
quarta-feira-de-cinzas-da-farra-das-passagens terá de ser votada numa<br />
terça-feira.</p>
<p>De novo por causa de tal de opinião pública sei lá de quem eles decidem<br />
por realmente decretar aquela terça-feira como<br />
quarta-feira-de-cinzas-da-farra-das-passagens.</p>
<p>Quando todos nós aqui de fora da brincadeira achamos que ela acabaria,<br />
alguém grita lá do fundo:</p>
<p>- Senhor presidente! E se nós aumentarmos nossos próprios salários<br />
em meio a crise mundial só para compensar a perda de verbas das passagens<br />
aéreas que não deveríamos ter?</p>
<p>O presidente da casa-da-mãe-Joana pensa um pouco e responde:</p>
<p>- Boa idéia, alguém é contra?</p>
<p>Silêncio total.</p>
<p>- Não, então tá. Aumentemos nossos próprios salários em meio<br />
a crise mundial só para compensar a perda de verbas das passagens aéreas<br />
que nem que não deveríamos ter já que ninguém se pronunciou.</p>
<p>E assim de deu o episódio da crise das passagens aéreas no congresso brasileiro.</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-family: courier new,courier;"><font size="2"><em><strong>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</strong></em></font></span></span></p>
<p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo filho da crise.</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2009/03/02/novo-filho-da-crise/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2009/03/02/novo-filho-da-crise/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 07:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<category><![CDATA[politica internacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Há um filme que todos na minha geração conhecem, chamado "História<br />
sem fim", em que o no final o protagonista é obrigado a dar um nome a<br />
imperatriz do mundo fantástico de "Fantasia" para que aquele mundo<br />
não desaparecesse e não se perdesse pra sempre.<br />
<br />
Eis que o capitalismo está passando pela mesma fase. O neoliberalismo<br />
que conhecíamos foi-se. Não existe mais. Com a última crise, que insiste<br />
em não terminar, como todos sabem, muitas empresas simplesmente<br />
desapareceram quando estorou a bolha imobiliária nos Estados<br />
Unidos. Bancos foram estatizados e agências de créditos adquiricas<br />
pelo governo.<br />
<br />
Cá em terras tupiniquins vivemos esse híbrido há tempos sem<br />
percebermos. Bancos estatais convivendo com privados, agências<br />
reguladoras em alguns setores de um lado e a empresa brasileira de<br />
correios e telégrafos de outro.<br />
<br />
Será que nós já havíamos inventamos o mundo que agora surge<br />
na América? Desconfio que sim. Mas quem leva a sério o Brasil?<br />
Nós mesmos? Acho que não.<br />
<br />
O caso agora é o seguinte, temos um filho da mais nova crise do<br />
capitalismo. E ele não tem nome. Precisamos de um nome para que ele<br />
não desapareça pra sempre. Seria isto novo um Neo-wellfare-state ou<br />
algo do genero?<br />
<br />
<span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><font face="courier new,courier"><font size="2"><em><strong>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</strong></em></font></font></span><br />
<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Há um filme que todos na minha geração conhecem, chamado &#8220;História<br />
sem fim&#8221;, em que o no final o protagonista é obrigado a dar um nome a<br />
imperatriz do mundo fantástico de &#8220;Fantasia&#8221; para que aquele mundo<br />
não desaparecesse e não se perdesse pra sempre.</p>
<p>Eis que o capitalismo está passando pela mesma fase. O neoliberalismo<br />
que conhecíamos foi-se. Não existe mais. Com a última crise, que insiste<br />
em não terminar, como todos sabem, muitas empresas simplesmente<br />
desapareceram quando estorou a bolha imobiliária nos Estados<br />
Unidos. Bancos foram estatizados e agências de créditos adquiricas<br />
pelo governo.</p>
<p>Cá em terras tupiniquins vivemos esse híbrido há tempos sem<br />
percebermos. Bancos estatais convivendo com privados, agências<br />
reguladoras em alguns setores de um lado e a empresa brasileira de<br />
correios e telégrafos de outro.</p>
<p>Será que nós já havíamos inventamos o mundo que agora surge<br />
na América? Desconfio que sim. Mas quem leva a sério o Brasil?<br />
Nós mesmos? Acho que não.</p>
<p>O caso agora é o seguinte, temos um filho da mais nova crise do<br />
capitalismo. E ele não tem nome. Precisamos de um nome para que ele<br />
não desapareça pra sempre. Seria isto novo um Neo-wellfare-state ou<br />
algo do genero?</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><font face="courier new,courier"><font size="2"><em><strong>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</strong></em></font></font></span></p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Vitória! Finalmente!</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/12/22/vitoria-finalmente/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/12/22/vitoria-finalmente/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Dec 2007 02:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<br />
Finalmente somos vitoriosos. Finalmente a matiliha de lobos nos deixou<br />
alguma sobra de sua caça. Finalmente deixaram que alguma migalha fosse<br />
nossa. Finalmente o embate de cães podres nos deixou algo. Finalmente<br />
ganhamos algo de nossos comandantes e representantes. Por<br />
incompetência do governo ou por ignorância da oposição, não importa,<br />
agora nosso dinheiro voltará a nossa posse. Finalmente temos algo<br />
concreto. Finalmente saiu do pântano de coisas podres algo que nos<br />
beneficia. Finalmente nos sobrou algo que comemorar. Finalmente o<br />
embate sarcástico e cínico nos foi propício. Finalmente um dos despojos<br />
sobrou para nós, classe média. Finalmente algo que acaba não acaba<br />
com nosso pouco dinheiro. Finalmente a guerra entre oposição e<br />
governo nos beneficiou.<br />
<br />
Senhoras e senhores, é o fim da CPMF!<br />
.......................................................................................................................<br />
.......................................................................................................................<br />
.....................................................................Até que inventem coisa nova.....<br />
<br />
<font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font><br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
Finalmente somos vitoriosos. Finalmente a matiliha de lobos nos deixou<br />
alguma sobra de sua caça. Finalmente deixaram que alguma migalha fosse<br />
nossa. Finalmente o embate de cães podres nos deixou algo. Finalmente<br />
ganhamos algo de nossos comandantes e representantes. Por<br />
incompetência do governo ou por ignorância da oposição, não importa,<br />
agora nosso dinheiro voltará a nossa posse. Finalmente temos algo<br />
concreto. Finalmente saiu do pântano de coisas podres algo que nos<br />
beneficia. Finalmente nos sobrou algo que comemorar. Finalmente o<br />
embate sarcástico e cínico nos foi propício. Finalmente um dos despojos<br />
sobrou para nós, classe média. Finalmente algo que acaba não acaba<br />
com nosso pouco dinheiro. Finalmente a guerra entre oposição e<br />
governo nos beneficiou.</p>
<p>Senhoras e senhores, é o fim da CPMF!<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;Até que inventem coisa nova&#8230;..</p>
<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem Palavras</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/09/17/sem-palavras/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/09/17/sem-palavras/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 23:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Não tenho mais palavras para descrever a minha indignação contra a casa do<br />
senado brasileiro. Antes eu usava palavras de baixo calão mas elas ficaram<br />
obsoletas. Depois, passei a usar um neologismo de minha autoria:<br />
grandissíssimo, que descrevia mais ou menos um energúmino sem<br />
escrúpulos, isso para não usar um grande rebento de uma meretriz.<br />
Agora que, novamente, fomos enganados, feitos de palhaço, passados<br />
para trás, sacaneados e, porque não dizer, sumariamente ignorados,<br />
eu já não tenho palavras para descrever tamanha bandalheira.<br />
<br />
....................................................................................................................<br />
...................................................................................................................<br />
....................................................................................................................<br />
...................................................................................................................<br />
..................................................................................................................<br />
<br />
<i><b><font face="courier new,courier" size="2">Digo e repetirei sempre que for preciso.</font></b></i><br />
<font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font><br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Não tenho mais palavras para descrever a minha indignação contra a casa do<br />
senado brasileiro. Antes eu usava palavras de baixo calão mas elas ficaram<br />
obsoletas. Depois, passei a usar um neologismo de minha autoria:<br />
grandissíssimo, que descrevia mais ou menos um energúmino sem<br />
escrúpulos, isso para não usar um grande rebento de uma meretriz.<br />
Agora que, novamente, fomos enganados, feitos de palhaço, passados<br />
para trás, sacaneados e, porque não dizer, sumariamente ignorados,<br />
eu já não tenho palavras para descrever tamanha bandalheira.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
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<p><i><b><font face="courier new,courier" size="2">Digo e repetirei sempre que for preciso.</font></b></i><br />
<font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font>
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Molusco, Deus, Terra, Ar e um Rei</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/07/29/molusco-deus-terra-ar-e-um-rei/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/07/29/molusco-deus-terra-ar-e-um-rei/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 21:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Imagine um certo lugar com Sindactas, aeronaves, transponders, aeroportos<br />
e chuvas.<br />
Agora imagine que esse lugar possuí, em vez de um rei bondoso, um fruto do<br />
mar como presidente.<br />
Pergunta-se. O que um fruto do mar pode entender de voar? Pode entender<br />
de água, tudo bem, mas de voar não.<br />
O que um rei bondoso faria se, misturando Sindactas, aeronaves e<br />
transporders, ocorresse um desastre? Ele trataria de salvar e ajudar a quem<br />
pudesse em todo seu vasto reino para que isso não acontecesse. Mas o<br />
molusco-presidente apenas escusa-se de modo evasivo.<br />
Outra aeronave, um aeroporto e chuvas. O rei dorme seu sono real<br />
tranquilamente. Seu povo viaja sem problemas. Sindactas, aeronaves,<br />
transponders, aeroportos e chuvas não lhe causam mais problemas.<br />
O fruto-do-mar-chefe-de-estado desespera-se. Outra aeronave, um<br />
aeroporto e chuvas causaram-lhe mais dores de cabeça, outro acidente!<br />
Esasperadamente manda cortar a cabeça de certo ministro da defesa com<br />
nome de peça de aparelho de chá e põe um senhor com nome de músico em<br />
seu lugar.<br />
Deus está do lado do rei e o rei do lado de Deus. Mas será que estaria Deus<br />
do lado de certo molusco que diz entregar-lhe suas viagens de avião, com<br />
medo acidentes, quando esses acidentes são causados pela própria<br />
incopetência do molusco quando se trata de voar?<br />
<br />
<font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font><br />
<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Imagine um certo lugar com Sindactas, aeronaves, transponders, aeroportos<br />
e chuvas.<br />
Agora imagine que esse lugar possuí, em vez de um rei bondoso, um fruto do<br />
mar como presidente.<br />
Pergunta-se. O que um fruto do mar pode entender de voar? Pode entender<br />
de água, tudo bem, mas de voar não.<br />
O que um rei bondoso faria se, misturando Sindactas, aeronaves e<br />
transporders, ocorresse um desastre? Ele trataria de salvar e ajudar a quem<br />
pudesse em todo seu vasto reino para que isso não acontecesse. Mas o<br />
molusco-presidente apenas escusa-se de modo evasivo.<br />
Outra aeronave, um aeroporto e chuvas. O rei dorme seu sono real<br />
tranquilamente. Seu povo viaja sem problemas. Sindactas, aeronaves,<br />
transponders, aeroportos e chuvas não lhe causam mais problemas.<br />
O fruto-do-mar-chefe-de-estado desespera-se. Outra aeronave, um<br />
aeroporto e chuvas causaram-lhe mais dores de cabeça, outro acidente!<br />
Esasperadamente manda cortar a cabeça de certo ministro da defesa com<br />
nome de peça de aparelho de chá e põe um senhor com nome de músico em<br />
seu lugar.<br />
Deus está do lado do rei e o rei do lado de Deus. Mas será que estaria Deus<br />
do lado de certo molusco que diz entregar-lhe suas viagens de avião, com<br />
medo acidentes, quando esses acidentes são causados pela própria<br />
incopetência do molusco quando se trata de voar?</p>
<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font></p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>O Irmão do Molusco</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/06/13/o-irmao-do-molusco/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/06/13/o-irmao-do-molusco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 22:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p><font face="courier new,courier" size="2">Vavá vendeu as influencias. Vavá viu a grana vindo.<br />
O Frei não viu Vavá vendendo mas disse a Vavá que<br />
não viesse visitar o molusco, seu velho irmão.<br />
<br />
Vindo a Polícia investigar a voz do Frei. O frei<br />
Chico deixou vazar que a voz, verdadeiramente,<br />
poderia vir a ser sua, se acaso o confirmasse na<br />
versão versada na fita que a vistosa Polícia<br />
Federal vislumbrava.</font></p>
<p><font face="courier new,courier" size="2">Vavá, acusado de levar vintém com caça-níquel foi<br />
defendido pelo molusco-presidente que, vendo o seu<br />
novamente vir a parar na reta que seus vastos<br />
tentáculos não poderiam salvar com a verdade a visão<br />
que os outros tinham de seu irmão, resolveu vender<br />
o peixe de que seu irmão era, na verdade, um homem<br />
de "bom coração" e uma espécie de "paizão", a Vavá,<br />
vá...</font></p>
<p>&#160;</p>
<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font></p>
<p>&#160;</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><font face="courier new,courier" size="2">Vavá vendeu as influencias. Vavá viu a grana vindo.<br />
O Frei não viu Vavá vendendo mas disse a Vavá que<br />
não viesse visitar o molusco, seu velho irmão.</p>
<p>Vindo a Polícia investigar a voz do Frei. O frei<br />
Chico deixou vazar que a voz, verdadeiramente,<br />
poderia vir a ser sua, se acaso o confirmasse na<br />
versão versada na fita que a vistosa Polícia<br />
Federal vislumbrava.</font></p>
<p><font face="courier new,courier" size="2">Vavá, acusado de levar vintém com caça-níquel foi<br />
defendido pelo molusco-presidente que, vendo o seu<br />
novamente vir a parar na reta que seus vastos<br />
tentáculos não poderiam salvar com a verdade a visão<br />
que os outros tinham de seu irmão, resolveu vender<br />
o peixe de que seu irmão era, na verdade, um homem<br />
de &#8220;bom coração&#8221; e uma espécie de &#8220;paizão&#8221;, a Vavá,<br />
vá&#8230;</font></p>
<p>&#160;</p>
<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier"><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font></p>
<p>&#160;</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>O Filho de Renan e Mônica&#8230;..e Cláudio Gontijo.</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/06/12/o-filho-de-renan-e-monicae-claudio-gontijo/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/06/12/o-filho-de-renan-e-monicae-claudio-gontijo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 21:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Mãe! Mãe! - Gritava um menininho.</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- O que foi meu filho? - Perguntou a mãe.</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Porque aquele cara quer passear comigo?</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Perguntou o menino.</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Não sei meu filho. Ele paga sua pensão. Deve ser seu pai.</font></font></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><font size="2"><i><b><font face="times new roman,times">Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</font> </b></i></font></p>
<p>&#160;</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Mãe! Mãe! - Gritava um menininho.</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- O que foi meu filho? - Perguntou a mãe.</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Porque aquele cara quer passear comigo?</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Perguntou o menino.</font></font></p>
<p><font size="2"><font face="courier new,courier">- Não sei meu filho. Ele paga sua pensão. Deve ser seu pai.</font></font></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><font size="2"><i><b><font face="times new roman,times">Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</font> </b></i></font></p>
<p>&#160;</p>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>O Cowboy e o Molusco</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/04/07/o-cowboy-e-o-molusco/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/04/07/o-cowboy-e-o-molusco/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2007 20:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[EUA]]></category>

		<category><![CDATA[politica]]></category>

		<category><![CDATA[politica internacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier">Estava um certo senhor de cabelo grisalho<br />
a ganhar seu rico dinheirinho, não,não porque<br />
estava trabalhando mas sim porque ganha dinheiro<br />
em sua pequena empresa de petróleo da parte dos<br />
capitalistas selvagens, quando, não mais que de<br />
repente, alguém de seu humilde gabinete o relembra<br />
que ele tem de considerar a possibilidade de<br />
fazer um combustível mais ecologicamente correto,<br />
mesmo sendo contra sua pequena empresa, afinal,<br />
todos sabem que seu paízinho dá pitaco no mundo todo<br />
mas não é todo esse mundinho em sua ínfima totalidade.<br />
<br />
Disso, nosso destemido personagem com sua cara<br />
de Bulldog cowboy cansado vindo do deserto resolve que<br />
tem de visitar um certo coleguinha seu de trabalho,<br />
desprovido de um dos dedos mínimos,em um certo país<br />
de selvangens para tratar desse tal combústivel mais<br />
ecologicamente correto aliás, a tal visita seria apenas<br />
por cordialidade , já que, o mesmo coleguinha desprovido<br />
de um dos dedos mínimos e com dicção não tão perfeita o<br />
visitaria ali mesmo em seu pequeno gabinete dali a<br />
poucos dias.<br />
<br />
Se encontraram, tomaram cafézinho, passearam, jogaram<br />
conversa fora, falaram que não iriam falar de certo<br />
personagem de um seriado mexicano e tiveram um dia<br />
agradável.<br />
<br />
Chega o dia e o representante dos selvagens, cujo apelido<br />
remete a um dado molusco, se arruma para ir a as<br />
terras ianques em busca de sua tão sonhada quebra de<br />
subsídios, afinal, isso faría-o ser o molusco mais feliz<br />
do mundo, além de lhe render alguns créditos quando voltasse<br />
ao seu habitat, e, onde o ser com cabeça de pirulito e outros<br />
tantos o receberiam com as honras da casa.<br />
<br />
Vai-se presidente desprovido de seu dedo mínimo encontrar-se<br />
com cachorro-cansado em um local conhecido como <i>Camp David.<br /></i>Lá, o senhor cachorro-cansado fala durante horas para tentar<br />
convenser nosso molusco tupiniquim de que de modo algum pode<br />
reduzir as esmolas que dá a seus próprios agricultores, já<br />
que, combústivel feito com suas monocotiledoneas ianques não<br />
pode competir com o preço irrisório praticado pelos<br />
vendedores de monocotiledoneas da selva, isso pq as ianques<br />
nascem em espigas e as tupiniquins não.<br />
<br />
Contrariado o molusco-presidente desprovido de seu dedo<br />
mínimo e com restrições de dicção volta ao seu país<br />
contrariado e sem nenhum resultado só porque o tio Sam<br />
insite em proteger seus grandes cidadãos, pobres coitados<br />
que precisam ser ajudados contra esse mundo cruel e<br />
traiçoeiro que existe fora das fronteiras do El Dorado<br />
estadunidense.</font></font><br />
<br />
<font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier">Resumo da ópera, ninguém decide lhufas e o protecionismo<br />
dos EEUU está a toda.<br />
<br />
<font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font></p>
<p>&#160;</p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier">Estava um certo senhor de cabelo grisalho<br />
a ganhar seu rico dinheirinho, não,não porque<br />
estava trabalhando mas sim porque ganha dinheiro<br />
em sua pequena empresa de petróleo da parte dos<br />
capitalistas selvagens, quando, não mais que de<br />
repente, alguém de seu humilde gabinete o relembra<br />
que ele tem de considerar a possibilidade de<br />
fazer um combustível mais ecologicamente correto,<br />
mesmo sendo contra sua pequena empresa, afinal,<br />
todos sabem que seu paízinho dá pitaco no mundo todo<br />
mas não é todo esse mundinho em sua ínfima totalidade.</p>
<p>Disso, nosso destemido personagem com sua cara<br />
de Bulldog cowboy cansado vindo do deserto resolve que<br />
tem de visitar um certo coleguinha seu de trabalho,<br />
desprovido de um dos dedos mínimos,em um certo país<br />
de selvangens para tratar desse tal combústivel mais<br />
ecologicamente correto aliás, a tal visita seria apenas<br />
por cordialidade , já que, o mesmo coleguinha desprovido<br />
de um dos dedos mínimos e com dicção não tão perfeita o<br />
visitaria ali mesmo em seu pequeno gabinete dali a<br />
poucos dias.</p>
<p>Se encontraram, tomaram cafézinho, passearam, jogaram<br />
conversa fora, falaram que não iriam falar de certo<br />
personagem de um seriado mexicano e tiveram um dia<br />
agradável.</p>
<p>Chega o dia e o representante dos selvagens, cujo apelido<br />
remete a um dado molusco, se arruma para ir a as<br />
terras ianques em busca de sua tão sonhada quebra de<br />
subsídios, afinal, isso faría-o ser o molusco mais feliz<br />
do mundo, além de lhe render alguns créditos quando voltasse<br />
ao seu habitat, e, onde o ser com cabeça de pirulito e outros<br />
tantos o receberiam com as honras da casa.</p>
<p>Vai-se presidente desprovido de seu dedo mínimo encontrar-se<br />
com cachorro-cansado em um local conhecido como <i>Camp David.<br /></i>Lá, o senhor cachorro-cansado fala durante horas para tentar<br />
convenser nosso molusco tupiniquim de que de modo algum pode<br />
reduzir as esmolas que dá a seus próprios agricultores, já<br />
que, combústivel feito com suas monocotiledoneas ianques não<br />
pode competir com o preço irrisório praticado pelos<br />
vendedores de monocotiledoneas da selva, isso pq as ianques<br />
nascem em espigas e as tupiniquins não.</p>
<p>Contrariado o molusco-presidente desprovido de seu dedo<br />
mínimo e com restrições de dicção volta ao seu país<br />
contrariado e sem nenhum resultado só porque o tio Sam<br />
insite em proteger seus grandes cidadãos, pobres coitados<br />
que precisam ser ajudados contra esse mundo cruel e<br />
traiçoeiro que existe fora das fronteiras do El Dorado<br />
estadunidense.</font></font></p>
<p><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><font face="courier new,courier">Resumo da ópera, ninguém decide lhufas e o protecionismo<br />
dos EEUU está a toda.</p>
<p><font size="2"><i><b>Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?</b></i></font></font></font></p>
<p>&#160;</p>
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Branco</title>
		<link>http://muitoserio.blog.com/2007/02/26/branco/</link>
		<comments>http://muitoserio.blog.com/2007/02/26/branco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2007 21:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Muito Sério</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Mais um poeminha para tornar isso aqui culto:<br />
<br />
BRANCO<br />
<br />
Espaços, passos, abraços.<br />
Espaços brancos vazios.<br />
Braços, vazios, distantes.<br />
Olhares perdidos, frios.<br />
<br />
Raso, fraco, liso.<br />
A superfície lisa desvia<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; [a profundidade do olhar<br />
O abraço de olhos fracos<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; [cria imensos brancos vazios<br />
O espaço entre os passos<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; [se perde e se juntta aos abraços frios<br />
<br />
E avida segue assim<br />
Vazia, branca,<br />
lisa,<br />
fraca e rasa.<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Eadweard.<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Mais um poeminha para tornar isso aqui culto:</p>
<p>BRANCO</p>
<p>Espaços, passos, abraços.<br />
Espaços brancos vazios.<br />
Braços, vazios, distantes.<br />
Olhares perdidos, frios.</p>
<p>Raso, fraco, liso.<br />
A superfície lisa desvia<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; [a profundidade do olhar<br />
O abraço de olhos fracos<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; [cria imensos brancos vazios<br />
O espaço entre os passos<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; [se perde e se juntta aos abraços frios</p>
<p>E avida segue assim<br />
Vazia, branca,<br />
lisa,<br />
fraca e rasa.</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Eadweard.
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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