Novo filho da crise.
sem fim”, em que o no final o protagonista é obrigado a dar um nome a
imperatriz do mundo fantástico de “Fantasia” para que aquele mundo
não desaparecesse e não se perdesse pra sempre.
Eis que o capitalismo está passando pela mesma fase. O neoliberalismo
que conhecíamos foi-se. Não existe mais. Com a última crise, que insiste
em não terminar, como todos sabem, muitas empresas simplesmente
desapareceram quando estorou a bolha imobiliária nos Estados
Unidos. Bancos foram estatizados e agências de créditos adquiricas
pelo governo.
Cá em terras tupiniquins vivemos esse híbrido há tempos sem
percebermos. Bancos estatais convivendo com privados, agências
reguladoras em alguns setores de um lado e a empresa brasileira de
correios e telégrafos de outro.
Será que nós já havíamos inventamos o mundo que agora surge
na América? Desconfio que sim. Mas quem leva a sério o Brasil?
Nós mesmos? Acho que não.
O caso agora é o seguinte, temos um filho da mais nova crise do
capitalismo. E ele não tem nome. Precisamos de um nome para que ele
não desapareça pra sempre. Seria isto novo um Neo-wellfare-state ou
algo do genero?
Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?